Carta da diretoria do Allianz Parque.
O Allianz Parque é o modelo de negócio mais vitorioso de uma arena multiuso no Brasil e começa a se tornar referência internacional. E por que o modelo é vitorioso? Porque a Sociedade Esportiva Palmeiras, proprietária do antigo Palestra Italia, teve a capacidade de negociar o maior acordo da história do futebol brasileiro. Neste acordo, o clube ganhou um estádio ultra moderno, viu a capacidade de sua casa crescer de 27 mil para 42 mil pessoas, manteve 100% da receita de bilheteria dos jogos, ganhou novas receitas e deixou, a cargo de uma empresa privada, todo o investimento e o risco do negócio.
Em contrapartida, a empresa tem controle da agenda para a realização de outros eventos (além dos jogos de futebol do Palmeiras), para que o investimento feito para erguer o novo estádio e os 22 mil metros quadrados em novas instalações para o clube social, seja recuperado.
Em menos de 3 anos, esse modelo, criticado por diversos órgãos de imprensa, pelos torcedores rivais e até por alguns membros do próprio Clube, foi colocado à prova e se mostrou extremamente bem sucedido. Não há nenhum exagero em afirmar que, assim como a aquisição do antigo Parque Antárctica e o acordo com a Parmalat, o Allianz Parque é um marco positivo e definitivo na história do Clube e que já mudou de forma extremamente positiva a história da Sociedade Esportiva Palmeiras. Desde a inauguração do novo estádio, o Palmeiras bate recordes de público, recordes com receita de bilheteria, conquistou dois títulos de expressão nacional e apresenta números exuberantes.
Esse êxito na gestão de um estádio, sem paralelo no futebol do continente, é difícil de ser reconhecido, em especial por quem (até hoje) critica o acordo entre o Palmeiras e a WTorre. Por isso, quando documentos privados trocados entre o clube e a empresa vazam (para servir apenas aos invejosos e ressentidos de plantão), nos damos o direito de não comentar e, ao mesmo tempo, de reprovar de forma veemente tal fato. Se queremos mudar para melhor a realidade do futebol brasileiro, todos os agentes envolvidos (clubes, empresas, mídia, torcida) deveriam desestimular esse tipo de prática. Da mesma forma que a TV não exibe quem invade o gramado, não deveríamos dar publicidade a práticas ilícitas.
A postura dessa gestão do Allianz Parque, o respeito dessa mesma gestão para com o Clube e seu torcedores, são intoxicados permanentemente por esse tipo de iniciativa. Entretanto, para desgosto daqueles mesmos invejosos e ressentidos de plantão, eles já perderam essa batalha. O palmeirense tem orgulho de sua arena, construída integralmente com recursos de uma empresa privada. Orgulho de torcer para o time que, mesmo sem ter a maior torcida, fez o maior acordo da história do futebol brasileiro. Orgulho de ter visto nesse período de quase três anos, verdadeiros shows da turma de Prass, Dudu, Gabriel Jesus e cia,, além do privilégio de receber em sua casa monstros sagrados como Paul McCartney, Andrea Bocelli e o palmeirense Neymar Jr.
Por tudo isso, não comentamos documentos vazados de forma antiética, cujo único objetivo é causar mal-estar. Sem nenhuma pretensão além de criar um modelo de gestão bem sucedido, nós provamos todos os dias que é possível sim um clube e uma empresa privada celebrarem um acordo de longo prazo, esse acordo ser colocado em prática com êxito e mostrar novos rumos para o esporte no país. Apesar do barulho causado pelos invejosos e ressentidos de plantão, a mais moderna e bem sucedida arena multiuso do continente é o Allianz Parque, casa do Palmeiras, gerida pela WTorre".
O Allianz Parque é o modelo de negócio mais vitorioso de uma arena multiuso no Brasil e começa a se tornar referência internacional. E por que o modelo é vitorioso? Porque a Sociedade Esportiva Palmeiras, proprietária do antigo Palestra Italia, teve a capacidade de negociar o maior acordo da história do futebol brasileiro. Neste acordo, o clube ganhou um estádio ultra moderno, viu a capacidade de sua casa crescer de 27 mil para 42 mil pessoas, manteve 100% da receita de bilheteria dos jogos, ganhou novas receitas e deixou, a cargo de uma empresa privada, todo o investimento e o risco do negócio.
Em contrapartida, a empresa tem controle da agenda para a realização de outros eventos (além dos jogos de futebol do Palmeiras), para que o investimento feito para erguer o novo estádio e os 22 mil metros quadrados em novas instalações para o clube social, seja recuperado.
Em menos de 3 anos, esse modelo, criticado por diversos órgãos de imprensa, pelos torcedores rivais e até por alguns membros do próprio Clube, foi colocado à prova e se mostrou extremamente bem sucedido. Não há nenhum exagero em afirmar que, assim como a aquisição do antigo Parque Antárctica e o acordo com a Parmalat, o Allianz Parque é um marco positivo e definitivo na história do Clube e que já mudou de forma extremamente positiva a história da Sociedade Esportiva Palmeiras. Desde a inauguração do novo estádio, o Palmeiras bate recordes de público, recordes com receita de bilheteria, conquistou dois títulos de expressão nacional e apresenta números exuberantes.
Esse êxito na gestão de um estádio, sem paralelo no futebol do continente, é difícil de ser reconhecido, em especial por quem (até hoje) critica o acordo entre o Palmeiras e a WTorre. Por isso, quando documentos privados trocados entre o clube e a empresa vazam (para servir apenas aos invejosos e ressentidos de plantão), nos damos o direito de não comentar e, ao mesmo tempo, de reprovar de forma veemente tal fato. Se queremos mudar para melhor a realidade do futebol brasileiro, todos os agentes envolvidos (clubes, empresas, mídia, torcida) deveriam desestimular esse tipo de prática. Da mesma forma que a TV não exibe quem invade o gramado, não deveríamos dar publicidade a práticas ilícitas.
A postura dessa gestão do Allianz Parque, o respeito dessa mesma gestão para com o Clube e seu torcedores, são intoxicados permanentemente por esse tipo de iniciativa. Entretanto, para desgosto daqueles mesmos invejosos e ressentidos de plantão, eles já perderam essa batalha. O palmeirense tem orgulho de sua arena, construída integralmente com recursos de uma empresa privada. Orgulho de torcer para o time que, mesmo sem ter a maior torcida, fez o maior acordo da história do futebol brasileiro. Orgulho de ter visto nesse período de quase três anos, verdadeiros shows da turma de Prass, Dudu, Gabriel Jesus e cia,, além do privilégio de receber em sua casa monstros sagrados como Paul McCartney, Andrea Bocelli e o palmeirense Neymar Jr.
Por tudo isso, não comentamos documentos vazados de forma antiética, cujo único objetivo é causar mal-estar. Sem nenhuma pretensão além de criar um modelo de gestão bem sucedido, nós provamos todos os dias que é possível sim um clube e uma empresa privada celebrarem um acordo de longo prazo, esse acordo ser colocado em prática com êxito e mostrar novos rumos para o esporte no país. Apesar do barulho causado pelos invejosos e ressentidos de plantão, a mais moderna e bem sucedida arena multiuso do continente é o Allianz Parque, casa do Palmeiras, gerida pela WTorre".
A inveja mata!

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